quarta-feira, 14 de março de 2007

AFETIVIDADE

Afetividade

A afetividade � parte de nossa vida ps�quica e para estudar o ser humano temos que considerar a import�ncia dos afetos. Muitas vezes programamos uma forma de agir e quando nos deparamos com a situa��o fazemos tudo completamente diferente. Isto acontece porque os afetos interferem no nosso comportamento. Para algumas teorias, os afetos d�o significado aos est�mulos do mundo externo. A vida afetiva � composta por dois afetos b�sicos que s�o o amor e o �dio e que tamb�m est�o juntos em nossas a��es e pensamentos. Ao falarmos em afetividade temos que considerar as emo��es, que s�o express�es da vida afetiva e que s�o acompanhadas de rea��es breves e intensas do organismo em resposta de um acontecimento inesperado. A emo��o aparece acompanhada de fortes batimentos card�acos e, por muito tempo, este fato fez com que as pessoas acreditassem que o cora��o fosse o lugar das emo��es. Tremores, risos, choro, l�grimas, express�es faciais, jeito de falar e outras rea��es org�nicas tamb�m acompanham as emo��es. Cada cultura tem express�es diferentes para as emo��es. Estas rea��es s�o descargas de tens�o do organismo emocionado. Em toda cultura, al�m de acontecer uma estimula��o para certos tipos de express�o emocional, h� a repress�o de outras. Os homens da nossa cultura, por exemplo, s�o �proibidos� de chorar, como se o choro fosse um sinal de fraqueza, e as mulheres s�o mais incentivadas a expressar o que sentem. Estas rea��es s�o aprendidas atrav�s do que a cultura seleciona. Uma mesma rea��o pode expressar emo��es diferentes e assim, por exemplo, podemos chorar de tristeza ou de alegria. De acordo com as emo��es que temos, diante de cada situa��o, podemos avaliar melhor o que nos acontece. Elas t�m uma fun��o adaptativa e tamb�m est�o ligadas a uma possibilidade de linguagem, na medida em que podemos dizer ao outro o que sentimos, atrav�s delas. As emo��es podem ser de raiva, nojo, medo, vergonha, desprezo, tristeza, alegria, empolga��o, amor, paix�o, atra��o e outras. Podem ser fortes, fracas, passageiras duradouras e podem mudar com o tempo, fazendo com que uma coisa que nunca nos emocionou passe a nos emocionar. Podemos ou n�o saber definir que tipo de emo��o estamos sentindo em determinadas situa��es porque, �s vezes, a emo��o � meio difusa. Outra forma de express�o de nossa afetividade s�o os sentimentos, que s�o diferentes das emo��es por serem mais duradouros, por n�o serem rea��es t�o explosivas e pelas rea��es org�nicas que n�o s�o t�o intensas. Os sentimentos s�o mais amenos e podem ser a amizade, a ternura e outros. As manifesta��es de nossa afetividade est�o presentes em tudo que fazemos.

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